Bienal chega ao quinto dia recebendo a visita de alunos e crianças

Há mais de 30 anos, a Bienal costuma reunir diversas histórias. E não falo apenas daquelas que estão nas páginas dos livros, mas também das que marcam as páginas da vida.

Desde as primeiras edições, os passeios escolares se tornaram marcas características da feira. Muita gente com certeza já visitou os corredores do RioCentro, na Zona Oeste do Rio, mas como não poderia ser diferente, o evento gosta de apresentar surpresas.

Prova disso é o grupo de alunos que conheceu a Bienal pela primeira vez nesta terça-feira (3). Apesar da novidade, as crianças do Instituto Amparando, ONG de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, logo se sentiram em casa ao conhecer o pavilhão infantil.

Os pequenos foram recebidos pelo autor Otávio Júnior. Nascido e criado no Complexo da Penha, aos 8 anos achou no lixão, o primeiro livro. De lá pra cá a literatura se tornou uma paixão. Segundo ele, a prática promove a inclusão.

E o passeio não parou por aí. As crianças logo deram de cara com Cebolinha e Mônica. Os personagens criados por Mauricio de Sousa são os queridinhos dos pequenos. Sérgio Henrique, de 7 anos, tem uma parte favorita nas histórias da Turminha.

Mais de 100 mil alunos estão programados para visitar a feira até o próximo domingo. Mas ainda dá tempo de visitar a Bienal. A ideia é trazer mais escolas para o evento, como conta a diretora da Bienal Tatiana Zaccaro.

No quinto dia de programação, a Bienal abriu as portas para a música. O cantor Lobão sobre a relação entre o universo musical e o mundo da literatura.

Já nesta quarta-feira (4) é a vez do Japão ser homenageado. Mauricio de Sousa encontra Macoto Tezuka, filho de Osamu Tezuka, considerado o pai do mangá moderno, para um bate-papo sobre a influência da cultura do Sol Nascente no Brasil.





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